Por Redação — Belo Horizonte
A final do Campeonato Mineiro entre Cruzeiro e Atlético-MG, disputada no Mineirão, terminou com 23 expulsões confirmadas devido a uma briga generalizada ao fim da partida. O documento arbitral, divulgado na madrugada desta segunda-feira (09/03/2026), detalha cartões vermelhos aplicados a jogadores das duas equipes pelo árbitro Matheus Candançan (SP).
A confusão começou aos 51 minutos do segundo tempo, após um choque entre o meia Christian, do Cruzeiro, e o goleiro Everson, do Atlético-MG. De acordo com o relato, Everson “agiu com brutalidade” ao derrubar o adversário e atingi-lo com o joelho no rosto, após receber uma falta. Em resposta, Christian foi acusado de atingir a cabeça de Everson com a canela, usando força excessiva enquanto a bola já estava em posse do goleiro.
Essas ações desencadearam uma briga generalizada, impossibilitando a apresentação imediata dos cartões vermelhos em campo. Para as demais expulsões, o árbitro justificou as punições por “desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários” durante o tumulto.
A lista de jogadores expulsos inclui:
Cruzeiro:
• Cássio
• Fagner
• Fabrício Bruno
• João Marcelo
• Villalba
• Kauã Prates
• Christian
• Lucas Romero
• Matheus Henrique
• Walace
• Gerson
• Kaio Jorge
Atlético-MG:
• Everson
• Gabriel Delfim
• Preciado
• Lyanco
• Ruan Tressoldi
• Junior Alonso
• Renan Lodi
• Alan Franco
• Alan Minda
• Cassierra
• Hulk
A briga envolveu agressões mútuas, como voadoras, socos e chutes. Por exemplo, Lucas Romero aplicou uma voadora em Everson, que também foi atingido por Matheus Henrique. Christian trocou agressões com Lyanco e Junior Alonso. Hulk revidou voadoras de Villalba com socos e chutes em Lucas Romero. Outras cenas incluíram socos de João Marcelo em jogadores atleticanos e agressões entre Junior Alonso e Walace.
Seguranças e policiais militares intervieram para separar os envolvidos, e o árbitro solicitou proteção da PM. A partida foi encerrada sem expulsões em campo, mas as punições foram registradas no documento.
As cenas lamentáveis marcam o clássico mineiro, destacando a necessidade de maior controle em jogos de alta rivalidade.
Fonte: GE















